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Edifícios

Agrau. São Paulo. 2016

Arquitetura de escola em São Paulo foi pautada pela proposta pedagógica: a franca relação entre interior e exterior e a oferta de ambientes dinâmicos e estimulantes no coração do projeto

Carine Savietto
Edição 278 - Maio/2017

Como pensar arquitetonicamente uma escola que não deseja se prender a suas paredes e lousas? Partindo dessa reflexão, a educadora Gisela Wajskop delineou as bases do que seria o espaço ideal para abrigar a Escola do Bairro, um centro de educação infantil e fundamental I (do 1o ao 5o ano) norteado por um intenso diálogo de culturas - a familiar, a infantil, a local e a comunitária.

O local escolhido para acolher a instituição foi um simpático sobradinho de estilo eclético construído entre as décadas de 1940 e 1950, na Vila Mariana, em São Paulo. 'Considerando que um ambiente guarda rastros que revelam como as pessoas ali viviam e se relacionavam, decidimos respeitar as marcas históricas do prédio, mantendo e recuperando muitos dos elementos originais. Para as crianças, é também uma forma de aprender com a vida real e a memória', conta Gisela. Coube ao arquiteto Gabriel Grinspum, do escritório Agrau, criar um projeto que adaptasse o imóvel às necessidades do uso escolar e, ao mesmo tempo, traduzisse em linguagem arquitetônica todos os detalhes da proposta pedagógica desenvolvida pela educadora.

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